Porque é que um pagamento com o MetaMask Card é recusado
Um pagamento recusado num cartão em autocustódia tem mais causas possíveis do que num cartão bancário, mas dividem-se em dois grupos — e um deles é bastante aborrecido.
Causas do lado da carteira
Comece por aqui, porque são as que se conseguem resolver. O limite de despesa pode estar esgotado ou definido abaixo do valor da compra. O token com saldo pode não ser o token ativado. O saldo pode estar numa rede diferente daquela de onde o cartão puxa. Ou a carteira pode estar sem gas, o que não bloqueia a compra diretamente mas bloqueia qualquer tentativa de correção.
Uma verificação de identidade caducada também é comum nos programas de cartões em geral, e produz recusas que parecem misteriosas até se olhar para o estado da conta.
Causas do lado do comerciante
Estas não se conseguem corrigir, só contornar. Alguns comerciantes bloqueiam por intervalo de numeração os cartões emitidos por programas cripto. Certas categorias — companhias aéreas, subscrições, aluguer de automóveis, apostas — aplicam regras antifraude mais rígidas, seja qual for o emissor. E os sistemas antifraude reagem à novidade: primeira compra num país novo, valor invulgarmente alto, várias tentativas seguidas.
As subscrições merecem menção à parte. Um cartão que puxa de um limite pode falhar uma renovação em silêncio meses depois, quando o limite se esgotou e ninguém estava a olhar.
A ordem de verificação
Veja primeiro o limite, depois o token ativado e a sua rede, depois o estado da conta e, por fim, o saldo para o gas. Isso cobre a maior parte dos casos em menos de um minuto.
Se as quatro coisas estiverem certas, o problema está do lado do comerciante. Repetir pelo Apple Pay em vez do número do cartão às vezes resolve, e um valor um pouco menor às vezes passa os limiares antifraude. Se nada funcionar, use outro cartão e tente esse comerciante noutro dia.