Da carteira à primeira compra: configurando o MetaMask Card
Configurar um cartão de autocustódia envolve alguns passos que um cartão bancário não tem. Nenhum é difícil, mas fazê-los fora de ordem desperdiça gas.
A ordem que funciona
- Solicitar e concluir a verificação de identidade. A disponibilidade depende do país, então confirme antes de tudo que o cartão é oferecido onde você mora.
- Escolher uma rede de abastecimento na lista que o app oferece.
- Mover para essa rede o token que você pretende gastar — USDC, USDT ou wETH.
- Deixar um pouco do token de gas da rede na mesma carteira.
- Habilitar o token para o cartão e definir um limite de gasto.
- Adicionar o cartão ao Apple Pay ou Google Pay se quiser aproximação.
Os passos quatro e cinco são onde as pessoas travam. Habilitar um token é uma transação on-chain, então uma carteira só com stablecoins e sem gas não consegue completá-la.
Os dois passos pulados
O primeiro é o gas. Chegar com a carteira cheia de USDC e nada para pagar taxas é, disparado, a forma mais comum de a configuração empacar.
O segundo é o próprio limite. Abastecer a carteira não é o mesmo que autorizar o cartão; até o limite ser definido e confirmado, o saldo aparece mas não pode ser gasto. As duas coisas precisam ser verdadeiras para um pagamento passar.
Antes da primeira compra
Faça primeiro uma transação pequena, de preferência online, onde uma recusa é mais fácil de ler. Verifique se o limite cobre o valor, se o token habilitado é o que tem saldo e se sobrou um pouco de gas para a próxima alteração.
Depois que funciona, funciona: a configuração é um custo único, não recorrente.
Os dados que acompanhamos estão na página MetaMask Card.