← Voltar ao blog

As versões virtual e física do Gate Card resolvem trabalhos diferentes

O Gate Card oferece opções virtual e física, e esses dois formatos não devem ser tratados como escolha estética. Resolvem problemas de pagamento diferentes.

O cartão virtual é feito para a velocidade. A Gate diz que os pedidos de cartão virtual são normalmente analisados em três a cinco minutos e que, uma vez aprovado, o cartão pode ser ativado e usado de imediato. Também suporta Apple Pay e Google Pay onde estiverem disponíveis.

Para muitos, o virtual é a primeira versão útil

Para subscrições online, compras em aplicações, reservas de viagem e pagamentos sem contacto pelo telemóvel, o cartão virtual costuma chegar. Dispensa a espera pelo envio e encaixa na forma como muitos utilizadores de cartões cripto já gastam.

A fraqueza é o recurso físico. Alguns comerciantes continuam a querer chip, PIN ou a verificação de um cartão físico. O cartão virtual também não resolve o acesso a multibanco.

O cartão físico conta para dinheiro e planos de recurso

O Gate Card físico conta quando é preciso levantar dinheiro ou se quer uma reserva para lojas onde a aceitação de carteiras móveis é pouco fiável. As FAQ da Gate dizem que os cartões físicos podem ser usados em caixas suportadas, com taxas e regras do emissor a aplicarem-se.

Isso não torna o físico automaticamente melhor. O levantamento tem uma comissão listada de 2%, e o operador da caixa pode acrescentar a sua. O acesso físico é útil, mas não se confunde com acesso barato a dinheiro.

A melhor escolha depende do padrão de despesa

Quem se concentra em pagamentos online talvez só precise do virtual. Quem viaja ou vive numa zona muito dependente de dinheiro dará mais valor ao físico. O fluxo de pedido, a região e a análise do emissor continuam a decidir que formato está disponível.

O ponto importante não é se o Gate Card é virtual ou físico. É se o formato disponível corresponde aos sítios onde realmente se tenciona pagar.